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Medindo a sua conexão

Se você acha que a velocidade da sua conexão esta muito lenta, um belo aplicativo para monitoração de banda é o BitMeter 2. Com ele é possível ver tanto a velocidade de download quanto a de upload, ver um histórico de uso da internet e até fazer o monitoramento remotamente através da internet.

Contudo, uma das funções mais interessantes do BitMeter é a possibilidade de setarmos um limite de transferências de dados no programa. Isso é muito útil para as operadoras que possuem quotas e após configurado, o programa lhe dá um aviso quando você tiver usado, por exemplo, 90% de sua capacidade de donwloads.

Embora sua interface seja bem feinha, o programa é de fácil uso e mesmo aqueles que não possuem familiaridade com computadores conseguirá usá-lo sem muitas dificuldades. 

dori_bm_07.09.08

[via Download Blog]

Dori Prata's picture

Autora se revolta com pirataria

A pirataria é mesmo o mal do século. Enquanto os "pirateiros" seguem falsificando desde remédios até roupas, passando por filmes, software e livros, as empresas e donos da propriedade intelectual lutam para proteger suas criações.

Embora alguns autores achem melhor entregar seu trabalho de mão beijada para os leitores, como fez Paulo Coelho, outros não aguentam ver seus trabalhos surrupiados e disponibilizados gratuitamente pela internet, caso de Stephanie Meyer, que está ameaçando não terminar o seu atual trabalho, o livro "Midnight Sun", sequência de Crepúsculo, uma série infanto-juvenil sobre vampiros.

Em seu site, Meyer diz que o que vazou para internet foi um dos rascunhos contendo os doze primeiros capítulos do livro e que ela faz idéia de quem deixou está cópia ser publicada. Como ela alega ter ficado muito chateada com o ocorrido, resolveu parar temporariamente o desenvolvimento da história, mas parece que devido a pressão dos fãs ela resolveu voltar à ativa.

Me lembro de um livro que Stephen King estava escrevendo para internet e que ficou conhecido aqui como "Montado na bala", tendo recebido posteriormente até uma versão para cinema. Mesmo com um preço inferior aos livros impressos, muita gente acabou pirateando o livro e o sucesso da iniciativa é contraditório. Muitos acham que a internet acabou ajudando, outros atrapalhando e o autor alega ter ganho US$ 450 mil com a história. Poderia ter sido mais? Poderia ter sido menos? É difícil saber ao certo mas no caso de Meyer, mesmo entendendo o lado dele e achando que eu também ficaria muito decepcionado, é não há como negar que tudo pode não passar de uma jogada de marketing. Mesmo assim acho que ela está no seu direito.

[via TorrentFreak]

Marcellus Pereira's picture

Novos Zunes saindo do forno

Parece que tanto a Amazon quanto a Fry’s deixaram vazar os dados sobre os novos modelos de “players” da Microsoft. Na página da Fry’s está o modelo azul, de 16GB enquanto o pessoal do Engadget já recebeu o de 120GB.zune

Ao que tudo indica, Redmond vai mesmo lançar (melhor dizendo: oficializar) novidades hoje ou amanhã, batendo de frente com os novos iPods que, todos esperam, estão para aparecer ainda nesta próxima quinta-feira.

As novidades dos Zune parecem bem interessantes, como os dois jogos pré-instalados (o de poker “Texas Hold’em” e Hexen), “canais”, a possibilidade de marcar músicas tocando no rádio para comprá-las mais tarde, acesso ao Zune Marketplace através de qualquer “hotspot” Wi-Fi e… e nada de navegar na internet, nem programas que não sejam jogos.

De qualquer forma, a Microsoft não está morta no mercado de tocadores de música. Até aí, o Opera também não está morto no mercado(?) de navegadores para internet (ou “suites para internet”, que seja)…

[via Zunerama]

Leonardo Faoro's picture

Livro: The 4-hour Workweek

Acabei de ler o livro "The 4-hour Workweek", de Timothy Ferris, 2007 (em inglês, via Amazon e Submarino). A idéia do livro é ajudar o leitor a dramaticamente reduzir sua jornada de trabalho, liberando-se assim de horários de trabalho fixos e da idéia de "trabalhar por trabalhar".

O autor descreve a sua história, contando como conseguiu se desvencilhar dos empregos tradicionais, delegando tarefas e criando negócios que se sustentam sem sua presença física, enquanto ele aproveita a vida em viagens que ele chama de "mini-aposentadorias", que duram desde alguns meses até mais de 1 ano.

Em quase 300 páginas de narrativa, o autor descreve seu método, resumido em uma sigla: DEAL: Definição, Eliminação, Automação e Liberação. Em "Definição", ele procura fazer o leitor entender sua situação e como a percepção de "trabalho" é muitas vezes incorreta. Em "Eliminação", a idéia é eliminar suas distrações e tudo o que não acrescenta ou que não vale a pena investir tempo. Em "Automação", talvez a parte mais interessante do livro, Tim explica como contratar outras pessoas para cuidarem de coisas mais simples para ganhar tempo, e como criar e gerir um negócio que pode ser facilmente automatizável, como um sistema de vendas. Finalmente, em "Liberação" ele tenta elaborar como sair de vez do escritório, e como curtir a vida a partir de qualquer canto do globo.

O método que o autor demonstra parece realmente muito bom para ser verdade. Infelizmente, esta é mais uma daquelas situações em que para 99.9% das pessoas isto vai ser impossível, por vários motivos. Para que tudo funcione como ele descreve, são necessários:
- um emprego que não dependa diretamente do seu know-how. Como eu posso delegar, por exemplo, que alguem atenda meus pacientes por mim? Ou, se seu negócio é baseado em serviços como programação, não é possível substituir o seu know-how tão facilmente.
- um chefe que aceite a idéia de você trabalhar de casa (ou melhor, de qualquer lugar). A idéia está cada vez mais popular aqui nos EUA, e acredito que no Brasil isto chegue também. Entretanto, a grande maioria das empresas ainda depende de funcionários que venham fisicamente trabalhar, principalmente aqueles abaixo de posições de gerência.
- para o modelo de negócios que Ferris propõe funcione, ele supõe que os seguintes estejam na mão: (1) uma idéia de produto com margem de lucro enorme, facil e rapidamente produzido em massa, (2) alta demanda pelo produto, (3) um sistema econômico que facilite (como cobrança, processamento de cartões de crédito, etc), (4) um sistema de estoque e despacho de produtos (claro, terceirizado) e (5) pessoas de confiança para tocarem o negócio por você. Claramente, nada simples.

Percebe-se, portanto, que a idéia de se trabalhar somente 4 horas por semana fica mais e mais longínqua. Mas não comprei o livro para trabalhar 4 horas (ou menos) por semana e sim para aproveitar algumas idéias do livro que podem ser aplicadas à minha vida profissional, como por exemplo:
- eliminar a avalanche de informação: excesso de sites e navegação inútil, eliminar interrupções durante o trabalho, checar o email com menos frequência, etc.
- trabalhar com prazos com maior eficiência
- eliminar as tarefas e clientes que somente trazem dor de cabeça, e focar nos 20% das tarefas que compõem 80% da renda/satisfação (regra 80/20).
- contratar um assistente virtual que possa fazer tarefas simples por mim parece mais e mais tentador. Com preços de US$5 por hora de trabalho, é algo que passa a ser interessante, baseando-se no valor estimado da minha hora de trabalho. Tarefas simples, como comprar uma passagem de avião, reservar uma mesa no restaurante, encomendar compras no supermercado/Amazon são as primeiras escolhas. Além disto, mesmo tarefas mais complicadas podem ser executadas por assistentes mais sofisticados, como pesquisas para postagem no blog, pesquisa do meu trabalho, e por aí vai.

Em suma, o livro mostra um estilo de vida que está fora do alcance da imensa maioria, entretanto vários aspectos apresentados podem ser aproveitados por qualquer um que tenha um emprego. A leitura é leve e o texto flui muito bem.

Temos um exemplar do livro (em inglês), para sortear entre quem postar um comentário neste post (e tiver mais de 16 tibs), que nos foi doado pelo Augusto, referente àquela promoção do Br-Linux. Por favor, um comentário por participante somente. O sorteio será feito daqui a 5 dias, e o vencedor será notificado por MP.


O frase na capa resume bem o conteúdo da obra: "O que os professores nunca contaram sobre os famosos romancistas, poetas e dramaturgos". Infelizmente, com nosso "ótimo" sistema de ensino, não são muitos os alunos que chegam a ouvir histórias assim.avidasecreta Ou qualquer tipo de história.

"A Vida Secreta dos Grandes Autores" (ISBN 978-85-00-02353-8, 312 páginas, Ediouro, R$ 49,90), de Robert Schnakenberg não traz revelações bombásticas nunca antes escritas, mas uma enorme coleção de detalhes e pequenas passagens, que o tornam uma leitura muito agradável e, por vezes, até didática, no melhor estilo almanaque. Vocês conseguem imaginar um bando de fãs abrindo a cova do... digamos... do Cardoso, só para se deparar com um corpo em "ótimo estado de conservação", depois de 114 anos de sua morte? Pois aconteceu com Lord Byron, o famoso poeta inglês, em 1938.

Um caso mais recente, mas não menos interessante, aconteceu com J. R. R. Tolkien, autor da obra de ficção mais vendida na história da humanidade: "O Senhor do Anéis". Seus livros só foram publicados na Alemanha depois da Segunda Guerra e o motivo não poderia ser mais curioso: em 1937, quando uma editora local se interessou pela trilogia, um oficial do Terceiro Reich ligou para o autor, perguntando se ele era descendente de arianos. A resposta "Só posso presumir que o senhor esteja me perguntando se sou  judeu. Lamento dizer que não tenho ancestrais pertencentes a esse povo tão bem dotado." foi o suficiente para colocá-lo na "lista negra" do partido Nazista.

São, ao todo, 34 autores e todos eles da língua inglesa, infelizmente... afinal, temos "material humano" de sobra para uma boa coletânea de "causos". Esta edição, nacional, tem ilustrações impagáveis de Allan Sieber, o que só contribui para o estilo casual e divertido do livro. 

Como é de praxe, tenho um exemplar para sorteio. Já que ainda não encontrei uma forma mais "justa", será um sorteio simples, basta escrever "Eu quero!" nos comentários. Lembrando: apenas um comentário por leitor. Boa sorte, pessoal!

Atualização: lembrando que o resultado será dado aqui mesmo, nos comentários, dia 10.

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Salsas e Caretas (XXIV)

Esta semana, talvez devido ao clima seco, poucas salsas tiveram o disparate de aparatar (confesso: eu li todos os Harry Potter… o que esperavam de um sujeito que passa a semana convivendo com o tipo de email que aparece nesta coluna?). Só falta dizer agora que leio Paulo Coelho e ouço Yanni… antes que isso aconteça (e não é verdade, não é!), vamos começar logo.

 

Meio Bit Telecom

Luiz: “bom dia estou com problema na linha telefonica e presciso de reparo urgente obrigado

Pois é, Luiz… nem tenho palavras para descrever como seu email me choca. E olha que nem é pelo "presciso". Nunca, eu repito: NUNCA na história deste site, tivemos problemas assim. Por favor, aguarde na linha, sua ligação é muito importante para nós.

 

Meio Bit Telecom (II)

Wagner: “Tenho o skype e comprei os 400 minutos e até agora não vieram os créditos, preciso saber quanto é o custo de vocês.”

Nosso serviço “PREMIUM” custa módicos R$ 49,99 mensais, Wagner. Mas não ligue ainda! Você também ganha uma relaxante massagem tailandesa, feita pelo Cardoso, além de uma consulta inteiramente gratuita com o Leo! Pagamento via cartão de crédito internacional.

 

Meio Bit Shop

Naldo: “Boa Tarde eu sou o Naldo da ******* Games eu gostaria que voces enviassem para nós uma listagem de produtos seus por  gentileza."

Nossos produtos são vendidos discretamente, em embalagens sem marcas e sem remetente, com todo o sigilo e segurança, Naldo. Mas precisamos do número do seu cartão de crédito antes.

 

Pede pra sair!

Magno: "Já tive o meu dia no "Salsas e Caretas" mas parece que retornarei a coluna, pois fui reprovado no Captcha do Orkut mais de 50 vezes consecutivas! Só não aumentei a marca pois o Google bloqueou meu acesso temporariamente. Trinta e uma dessas tentativas inúteis de me passar por ser humano foram documentadas com screenshots e cabem em um RAR de 1 mega. Atualmente estou procurando uma definição: serei eu um bot ou um script?"

Nada como contar com a colaboração espontânea dos leitores...

É isso aí, pessoal. Vamos ver se com a chegada da chuva (não confundir com nossos parceiros, que de salsa não têm nada) a horta rende mais. Até a próxima!

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Scanner para livros

Com o fácil acesso à tecnologia que boa parte nós possui atualmente, é natural que cada vez mais nossos objetos se tornem digitais. Isso acontece com músicas, com fotos, com filmes e porque não poderia acontecer com livros?

O grande problema é que devido à imensa quantidade de livros existentes e à incalculável quantidade de informação presente neles, é difícil imaginar uma forma de facilitar este processo. Quer dizer, era.

dori_sr_07.09.08 Uma empresa austríaca chamada Treventus criou um robô capaz de escanear um livro inteiro sem a intervenção humana, bastando apenas que a pessoa coloque o livro na máquina e todo o resto é feito automaticamente. Com o funcionamento parecido com o de uma foto-copiadora, o ScanRobot é capaz de digitalizar até 2500 páginas em apenas uma hora e definitivamente é uma ótima ferramenta para bibliotecas, empresas e até mesmo colecionadores que queiram armazenar todos os seus livros em um computador.

Se as coisas continuarem da forma como estão caminhando, no futuro, quando nossa espécie tiver abandonado a Terra ou tiver sido dizimada, a forma de vida inteligente que aqui chegar terá que ter no mínimo um handheld para conhecer um pouco de nossa cultura :)

Após o break você confere um vídeo mostrando o ScanRobot funcionando.



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